Baba Yaga
Figura dos contos de fadas eslavos, Baba Yaga é uma velha que vive numa cabana sobre pés de galinha no coração da floresta, podendo devorar o herói ou ajudá-lo.
Gigantes, devoradores, dragões e figuras ambíguas que serviam para ensinar limites, narrar medo ou explicar o desconhecido. Muitos desses seres são mais complexos do que o rótulo “monstro” sugere.
8 criaturas · tradições representadas: Algonquina (povos originários da América do Norte); Brasileira (tupi e popular); Coreana; Escandinava e germânica; Eslava; Europeia (tradições diversas); Gaélica (Irlanda e Escócia); Māori (Nova Zelândia).
Figura dos contos de fadas eslavos, Baba Yaga é uma velha que vive numa cabana sobre pés de galinha no coração da floresta, podendo devorar o herói ou ajudá-lo.
Serpente de fogo do folclore brasileiro, de origem tupi, ligada à luz que corre pelos campos à noite e, em muitas versões, guardiã das matas contra quem as incendeia.
Serpente monstruosa das tradições europeias, guardiã de tesouros, rios e cidades, vencida por heróis e santos; a imagem do dragão que cospe fogo se consolida na Idade Média.
Espírito aquático escocês em forma de cavalo, que atrai viajantes ao dorso, prende-os e os arrasta para as águas. Só um arreio especial o domina.
Raposa de nove caudas dos contos coreanos, que assume forma de mulher bela para enganar e, em muitas versões, devorar homens. Algumas histórias lhe dão final trágico.
Seres das tradições māori ligados a rios, mares e cavernas, às vezes guardiões de um povo e de um lugar, às vezes ameaças, e ainda presentes na cultura contemporânea de Aotearoa.
Nas tradições escandinavas, trolls são seres ligados a montanhas, grutas e florestas, de contornos variáveis: de gigantes brutos a povos escondidos nas colinas.
Ser das tradições de povos algonquianos como ojíbuas e crees, ligado ao inverno, à fome e ao canibalismo, que funciona como alerta moral sobre a escassez e a partilha.
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