Fadas e seres feéricos
Povos pequenos, nobres ou travessos que, segundo as tradições, convivem com os humanos em colinas, casas, florestas e outros mundos paralelos.
Fadas, espíritos, criaturas mágicas e monstros de 19 tradições culturais. Cada página separa o que a tradição conta do que a cultura popular inventou depois.
Povos pequenos, nobres ou travessos que, segundo as tradições, convivem com os humanos em colinas, casas, florestas e outros mundos paralelos.
Animais extraordinários, metamorfos e seres híbridos que habitam rios, mares, florestas e mitologias religiosas: raposas que assumem forma humana, dragões da chuva, criaturas das águas e outros seres de poderes fora do comum.
Presenças ligadas a lugares, casas, florestas, rios e ritos: protetores da mata, almas que lamentam, divindades de culto histórico ou vivo e seres de tradições religiosas.
Gigantes, devoradores, dragões e figuras ambíguas que serviam para ensinar limites, narrar medo ou explicar o desconhecido.
Raposa dotada de poderes sobrenaturais no folclore japonês, a kitsune muda de forma, engana e seduz, mas também surge como mensageira da divindade Inari e esposa fiel em muitos relatos.
Guardião das matas e da caça no folclore brasileiro, de pés virados para trás e cabelos vermelhos, que desorienta quem agride a floresta.
Figura feminina da tradição gaélica cujo lamento, ouvido à noite, anuncia a morte de alguém de uma família. Nas lendas, não mata: avisa e chora.
Criatura composta ligada à chuva, às águas e ao poder legítimo. O lóng chinês não é o monstro a ser vencido do Ocidente, e sim uma força que rege as águas.
Espírito das águas venerado em vastas áreas da África Ocidental e Central e na diáspora, ligado à riqueza, à beleza e à cura, mas capaz de punir quem a ofende.
Seres do mar que, nas tradições das ilhas do norte, vivem como focas e ganham forma humana ao tirar a pele, num ciclo de amor, captura e perda.
Figura dos contos de fadas eslavos, Baba Yaga é uma velha que vive numa cabana sobre pés de galinha no coração da floresta, podendo devorar o herói ou ajudá-lo.
Seres das tradições māori ligados a rios, mares e cavernas, às vezes guardiões de um povo e de um lugar, às vezes ameaças, e ainda presentes na cultura contemporânea de Aotearoa.
O que relatos orais, textos antigos e coletas de folcloristas dizem sobre o ser, com fontes e variações regionais.
Leituras de pesquisadores, revivalismos e usos contemporâneos, sempre indicados como modernos.
Livros, filmes, jogos e animações que reinterpretam o ser, e que não substituem a tradição original.
Espíritos das águas, trapaceiros, dragões, raposas metamorfas: veja como arquétipos parecidos mudam de significado de uma cultura para outra.
Rusalka, Iara, Melusina, Mami Wata, selkie e La Llorona lado a lado
Leprechaun, pixie, saci, Anansi, dokkaebi e kitsune comparados
Curupira, leshy, kodama e tengu comparados
Tratamos mitos e lendas como tradições culturais, não como fatos históricos. Indicamos fontes, apontamos divergências entre versões e sinalizamos quando um ser ainda faz parte de religiões e práticas vivas. Leia a política editorial e os critérios de fontes.